Tire suas dúvidas


Qual a diferença de corrente contínua e corrente alternada?

A diferença é o sentido de movimentação dos elétrons no fio. Uma corrente elétrica nada mais é que um fluxo de elétrons (partículas que carregam energia) passando por um fio, algo como a água que circula dentro de uma mangueira. Se os elétrons se movimentam num único sentido, essa corrente é chamada de contínua. Se eles mudam de direção constantemente, estamos falando de uma corrente alternada. Na prática, a diferença entre elas está na capacidade de transmitir energia para locais distantes onde a corrente alternada é muito mais eficiente. De maneira geral a corrente contínua é aquela gerada e ou armazenada em uma pilha ou bateria, e alternada é gerada por um campo magnético oscilante como uma turbina de usina hidrelétrica, termoelétrica ou eólica.

O que é tensão elétrica?

É a força que impulsiona os elétrons por um fio ou cabo condutor, ela é medida em dois pontos diferentes do condutor através de um voltímetro, é também conhecida como DDP, ou diferença de potencial e sua unidade é o Volt (V). A energia em corrente contínua normalmente tem uma tensão inferior a 50 volts e é bastante utilizada em equipamentos eletrônicos, um notebook na faixa dos 20 volts e um celular em torno dos 4 volts. Já a corrente alternada de uso residencial no Brasil pode ser de 127 ou 220 volts, conhecida como baixa tensão, enquanto que nas redes de distribuição dos postes urbanos especificamente nos cabos superiores antes dos transformadores elas são em 13.800 volts e nas redes que vem das usinas podem ser de até 440.000 volts, pois precisam vencer grandes distâncias.

O que é potencia elétrica?

É a capacidade de consumo de energia de um aparelho eletrodoméstico medida em Watt (W) normalmente temos lâmpadas eletrônicas de 15, 20, 25 watts ou mais, ventiladores de até 200 watts e chuveiros elétricos de mais de 5.000 watts de potencia.

O que é frequência elétrica?

Aplica-se somente a corrente alternada, sendo indicada em Hertz (Hz)se refere a quantas vezes por segundo se alterna o sentido do movimento dos elétrons, no Brasil a frequência adotada é 60hz, enquanto no Estados Unidos e Paraguai por exemplo é de 50 Hz. Frequencias abaixo de 20 ou 30 Hz, aplicadas a uma lâmpada incandescente será perceptível a olho nu intermitência acende/apaga, porém nas frequências adotadas comercialmente este efeito não é perceptível a olho nu, por isso acreditamos que a lâmpada está permanentemente acesa, porque assim a percebemos.

Como funciona uma lâmpada incandescente?

Ao receber a corrente elétrica o filamento de tungstênio dentro do bulbo de vidro, resiste a passagem da energia elétrica e como efeito colateral ocorre o aquecimento do mesmo até o ponto de incandescência (queima), daí o nome lâmpada incandescente, isto porque o filamento permanece incandescente (queimando) enquanto a lâmpada está acesa, quando este filamento queimante se rompe podemos verdadeiramente dizer que a lâmpada está queimada, isto porque o filamento não ficará queimando novamente. Este tipo de lâmpada pode ser projetada tanto para corrente contínua como corrente alternada.

Como funciona uma lâmpada fluorescente tubular?

Este tipo de lâmpada pode ser classificada também como lâmpada de descarga, só funciona com corrente alternada e numa frequência muito maior que os 60 Hz da rede de distribuição pública, por isso a necessidade do reator que eleva esta frequência para 20.000 Hz. Em cada uma das duas extremidades do bulbo existe um eletrodo que uma vez energizados criam um arco voltaico (descarga elétrica) ultravioleta, invisível ao olho humano, que gera uma movimentação dos gás inerte, normalmente o argônio e das partículas de vapor de mercúrio. A movimentação destes gases faz com que o pó branco (fósforo) impregnado junto a face interior do tubo de vidro se torne fluorescente aos nossos olhos, por isso esta lâmpada foi outrora conhecida como fosforescente.

Qual a diferença entre as lâmpadas T12, T10, T8 e T5?

Originalmente produzidas com diâmetro de 12/8 de polegada e denominadas T12, nas potencias de 20,40 e 110 watts, esta ultima também conhecida como HO, tinham como principal fator negativo seu elevado diâmetro gerando muita sombra ao no refletor da luminária, os diâmetros T10, T8 e T5, tem respectivamente diâmetros de 10/8, 8/8 e 5/8 de polegada, sendo que quanto mais finas, consomem menos energia para produzir a mesma quantidade de luz, ainda fazendo menos sombra no refletor da luminária. Se compararmos com uma T12 ou T10 de 40 watts, uma T8 de 36 watts é 10% mais econômica, uma T8 de 32 watts 20% mais econômica e uma T5 de 28 watts é 30% mais econômica, gerando a mesma quantidade de luz. Temos na mesma dimensão de uma T5 de 28 watts. Por exemplo uma T5 de 54 watts, ilumina praticamente o mesmo que uma lâmpada T12 de 110 watts, consumindo menos de 50% de energia.

Como funciona uma lâmpada eletrônica?

O principio é basicamente o mesmo de uma lâmpada fluorescente tubular, sendo que as principais diferenças é que o reator eletrônico já vem integrado, dando inclusive o nome a esta lâmpada, e o bocal de rosca facilita a troca se comparado com os dois pinos de cada lado da fluorescente tubular. Normalmente os bulbos são em forma de “Us” ou espiral, sendo que o bulbo espiral, pela forma geométrica oferece um melhor aproveitamento da energia consumida para geração e aproveitamento da luz.

Como funciona uma lâmpada LED?

Funciona pelo processo da eletroluminescência que é a geração de luz na superfície de um semicondutor pela passagem de energia elétrica. Conhecida no Brasil como LED, termo formado pelas primeiras letras em inglês Light Emitting Diode ou diodo emissor de luz. Um Led é composto basicamente pela combinação de elementos químicos semicondutores, que tem a distribuição de elétrons de sua última camada alterada, permitindo que com a passagem de corrente elétrica controlada ocorra emissão de luz. Processo contrário ocorre com os painéis fotovoltaicos que ao receberem a luz, geram energia elétrica que acumulada em baterias pode ser utilizada em momento oportuno.

O que é índice de reprodução de cor?

É o quanto a percepção de uma cor mediante uma iluminação artificial gerada por um determinado tipo de lâmpada, se assemelha a percepção desta mesma cor iluminada pela luz solar natural. As lâmpadas incandescentes incluindo todas as halógenas por estarem assim como o sol em processo de queima tem IRC igual a 100%.

Qual é um bom índice de reprodução de cor?

Para os nossos olhos um IRC de 80% pode ser considerado bom, pois nas atividades normais do dia a dia não notaremos diferença de tonalidade, a grande maioria das lâmpadas eletrônicas tem IRC superior a este índice, o que não ocorre com as fluorescentes tubulares que foram inicialmente projetadas com tecnologias mais antigas, porém já as séries super 84 e super 86 apresentam IRC superiores a 80%, por isso seus preços de mercado são mais elevados.

O que fluxo luminoso?

É a quantidade de luz que uma lâmpada emite, esta luz é medida em Lumens, e só pode ser feita através de uma esfera integradora, presente nos laboratórios das empresas especializadas em iluminação, e nas sedes do INMETRO, que fazem a verificação e certificação. Segundo a norma vigente no País todas as embalagens de lâmpadas comercializadas no Brasil devem trazer esta informação de forma clara.

O que é eficiência luminosa?

É o quanto uma lâmpada consome de energia para gerar determinada quantidade de luz, esta eficiência é medida em Lumens por watt também através de uma esfera integradora, e é sobre esta medição que as lâmpadas recebem a classificação ENCE (Etiqueta Nacional de Conservação de Energia), que vai de “A”, para as mais eficientes uma lâmpada eletrônica de 15 watts de boa qualidade, com uma eficiência de 56 lumens por watt, até “G”, para uma lâmpada incandescente leitosa de 60 watts, que gera menos de 14 lumens por watt de energia consumida.

O que é temperatura de cor?

É a cor que nossos olhos percebem na luz emitida diretamente da fonte iluminante. Temos a luz amarela, conhecida como quente (2700 a 3.000 K) das lâmpadas incandescentes transparentes, que pode ser também gerada pelas eletrônicas amarelas. Temos também a luz neutra (4000 a 4200 K) das lâmpadas eletrônicas, fluorescentes tubulares ou Leds neutros. E temos ainda as eletrônicas, fluorescentes tubulares ou leds brancos, frios ou luz do dia (6400 a 6.500 K). Esta unidade “K”, ou Kelvin é o mesmo termo da escala de temperatura do zero absoluto, mas neste caso não se refere a temperatura, e sim a similaridade da cor emanante de uma barra de aço aquecida a 2.700, 4000 e 6500 Graus Kevin a cor emanante dos diversos tipos de luz artificial.

As lâmpadas led substituem as dicroicas?

Sim as lâmpadas LED que utilizam a tecnologia SMD (Surface Monted Diode), ou seja, diodos montados em superfície, incorporados a lentes especiais geram uma luz muito parecida com as dicróicas, sem o efeito colateral de descolorir as superfícies iluminadas pela exposição aos raios ultravioleta. Embora gerem algum calor interno, os dissipadores incorporados na partes de trás das lâmpadas respondem eficientemente ao resfriamento, garantindo assim uma vida útil de mais de vinte vezes superior a de uma dicroica com um consumo de energia de cerca de seis vezes menor.

Uma lâmpada led é mais econômica que uma eletrônica?

A princípio sim, pois o processo de geração de energia é tecnologicamente mais avançado, por isso o consumo de energia é menor para a geração da mesma quantidade de luz. Porém dois são os fatores limitantes para o avanço do LED, o custo de aquisição ainda é elevado e a falta de padronização e regulamentação pelos órgãos competentes ainda permite que sejam disponibilizadas no mercado lâmpadas e luminárias com leds inadequados para o uso residencial, causando insatisfação nos consumidores que não conseguiram atender suas expectativas quanto ao produto.

Uma lâmpada eletrônica é mais econômica que uma incandescente?

Sim sob todos os aspectos, pois além de seu consumo de energia ser em torno de quatro vezes menor para gerar a mesma quantidade de luz, sua durabilidade é seis vezes maior e seu custo atual é menos de seis vezes o custo de uma lâmpada incandescente transparente. Se compararmos com uma incandescente leitosa, que tem uma perda de luminosa de cerca de 20% para reduzir o índice de ofuscamento, aí então a economia da eletrônica passa a ser mais significativa. Outra grande vantagem das eletrônicas sobre as incandescentes é que pode-se escolher entre luz branca ou fria, luz amarela ou quente e luz neutra, conforme a atividade, que se queira desenvolver no ambiente.

Posso usar uma lâmpada eletrônica nas escadas ou garagem de edifícios?

Sim, as lâmpadas eletrônicas podem ser usadas com sistemas de acendimento por sensor de presença, o único inconveniente é que pelas características do reator eletrônico incorporado em sua base, elas certamente terão uma vida útil menor que às 6.000 horas médias que foram projetadas para durar, porém se o número de acendimentos não for muito elevado, ainda assim ela durará mais que uma lâmpada incandescente. Importante lembrar que em condições normais as eletrônicas duram em média seis vezes mais que as incandescentes, seu custo atual é menos de seis vezes o valor da incandescente e seu consumo de energia é cerca de quatro vezes menor para uma mesma quantidade de emissão de luz.

Quanto uma lâmpada led dura em média mais que a eletrônica?

Com o desenvolvimento tecnológico de hoje as lâmpadas de LED são fabricadas para durar entre 25.000 e 30.000 horas de uso, o que é cerca de quatro a cinco vezes mais que as lâmpadas eletrônicas, que na sua maioria são projetadas para durarem na faixa das 6.000 horas.

O que é reflectância?

É o quanto de luz uma superfície reflete em relação à luz que ela recebe, uma superfície lisa espelhada tem a maior reflectância possível, mas também tem o inconveniente do ofuscamento. O Branco brilhante tem uma reflectância superior ao branco fosco, assim por diante quanto mais escura e sem brilho for uma superfície menor a sua reflectância. Por isso não só o tipo e localização das lâmpadas e luminárias são importantes para a iluminação de um ambiente, a cor e textura das paredes, dos pisos, dos tetos, das cortinas, dos tapetes, e do mobiliário interferem diretamente na iluminação do ambiente.

O que é Iluminância ou iluminamento?

É uma medida de fluxo luminoso direto direcionado incidente em uma superfície de um metro quadrado, expressa em LUX. Esta constante pode ser verificada na prática através de um luxímetro, um aparelho portátil de fácil utilização, usado para verificação da luminosidade adequada de qualquer ambiente adequando-o para praticamente quaisquer uma das atividades humanas.

O que é cor visível?

É a impressão visual que temos de qualquer objeto mediante a exposição à luz, de um modo geral podemos dizer que toda a cor é a reflexão dos raios de luz nas frequências de onda não absorvidas pelo objeto.

Qual é a relação entre a temperatura de cor e a utilização do ambiente?

Assim como a cor interfere no estado emocional das pessoas que estão em um determinado ambiente, a temperatura de cor das fontes iluminantes também. Uma luz branca com temperatura alta na faixa dos 6.500 K, também conhecida como luz fria ou luz do dia, nos induz a um alto nível de concentração, mantendo-nos atentos e produtivos, porém existe um limite de tempo de exposição, isto porque sob esta luz é bem difícil conseguirmos relaxar, podendo até nos estressar ou chegarmos a fadiga. Uma luz amarela com temperatura de cor baixa na faixa dos 3.000 K, também conhecida como luz quente, nos leva ao relaxamento, à transcendência e ao romantismo, daí a importância de um jantar romântico à luz de vela (temperatura de cor de 1.200 K). Temos ainda a luz neutra na faixa dos 4.000 K para ambientes intermediários onde não se exija um alto nível de concentração, nem tão pouco se deseje um relaxamento excessivo. Importante salientar que tanto uma lâmpada de 6500 K como uma lâmpada de 3.000 K iluminam igualmente, se ambas apresentarem o mesmo fluxo luminoso, na verdade a luz branca propicia um realce maior entre as cores, por isso temos a impressão visual em relação ao papel, por exemplo, que enxergarmos melhor com a luz branca do que com a luz amarela.

O que é uma luminária?

Luminária é todo e qualquer artefato cuja principal função seja iluminar, como praticamente toda a iluminação residencial atualmente é feita através da energia elétrica, podemos até dizer que as luminárias são também um tipo de eletrodoméstico. Elas podem ser fixas de teto, parede e piso ou portáteis nos casos dos abajures de mesa e de piso. Podem usar os mais diversos tipos de lâmpadas elétricas, ter foco dirigido ou difuso, ser diretas ou indiretas dependendo de como sua luz incide sobre os objetos ou ambientes que elas se propõem a iluminar.

O que é um plafon?

O conceito original do termo plafon é uma luminária muito próxima ao teto, atualmente temos plafons de embutir e de sobrepor, de certa forma caracterizamos como iluminação junto ao teto, quando está distante preso por um ou mais cabos denominamos pendentes e quando fixadas nas paredes chamamos de arandelas.

O que é uma luminária aletada?

Estas luminárias tem aletas transversais ao bulbo das lâmpadas tubulares fluorescentes ou eletrônicas. Estas aletas têm como principal função evitar o reflexo e diminuir o efeito residual que permanece em nosso olhos, quando ficamos por alguns segundos olhando diretamente para uma lâmpada.

O que é uma luminária decorativa?

Além de iluminar o ambiente ela precisa ser bonita, e apresentar detalhes e materiais que valorizem o ambiente mesmo quando estão desligadas. Pendentes, plafons e arandelas podem ser consideradas luminárias decorativas, pois podem ter detalhes nos vidros, cúpulas e peças metálicas que combinam com os demais elementos decorativos do ambiente.

Onde usar um pendente?

Quando se deseja uma iluminação mais distante do teto, ou mais próxima de uma mesa ou balcão o ideal é que se use um pendente. Os pendentes de foco dirigido direcionam a maior parte ou a totalidade de sua luz para uma região imediatamente abaixo, portanto devem ser utilizados sobre mesa sou balcões. Já os pendentes difusos permitem que a maior parte de sua luz se espalhe pelo ambiente, podem ser utilizados em salas de estar e halls de entrada.

Um vidro jateado de um plafon diminui a iluminação se comparado somente com a lâmpada?

Não, não diminui, de fato até aumenta. Se fizermos a medição com um luxímetro veremos que existe uma redução de 10 a 15 % na quantidade de lux, mas o ofuscamento é bem menor, ou quase nulo se comparado com a lâmpada acesa exposta diretamente aos nossos olhos. Porém como a base dos plafons são normalmente brancas, e em na maioria dos casos brilhantes e convexas, funcionam como refletores da luz da lâmpada que estava sendo dispersa, aumentando em até 50% a luminosidade aproveitada, desta forma a luminosidade efetiva de um ambiente iluminado através de um plafon com vidro jateado pode ser até 30% melhor que se for iluminado apenas com a mesma lâmpada fixada diretamente no soquete.

O que é uma luminária alto rendimento?

Este tipo de luminária potencializa ao máximo o rendimento da lâmpada, utilizando-se para isso de refletores espelhados em forma de que parábola que direcionam toda o fluxo luminoso da lâmpada para o ambiente a ser iluminado. Normalmente utilizam lâmpadas fluorescentes tubulares, mas existem modelos para lâmpadas eletrônicas, sendo que estas são ideais para uso residencial, pela sua facilidade de substituição de lâmpadas e de aquisição de lâmpadas para reposição. A grande maioria das luminárias de alto rendimento conta também com aletas transversais antiofuscamento e ao serem instaladas deve-se tomar o cuidado que estas aletas fiquem transversais ao sentido de maior fluxo de trânsito de usuários.

Para que servem as aletas nas luminárias alto rendimento?

Servem para todo e qualquer ambiente em que se precise de um alto nível de iluminação, e se deseje uma economia real de energia, pois se consegue uma iluminação até duas vezes melhor se comparado a luminárias brancas sem refletores espelhados. Importante lembrar que quanto mais finas forem as lâmpadas e mais próximas ao centro das parábolas refletivas, e quanto mais parabólicos e espelhados forem os refletores, melhor será a eficiência da luminária.

Para que serve um reator eletrônico?

Serve para elevar a frequência da corrente elétrica disponível na rede pública dos 60 hertz (sessenta inversões de sentido da corrente por segundo) para algo em torno dos 20.000 hertz, o que permite que os gases do interior sejam ativados fazendo que as lâmpadas fluorescentes tubulares se ascendam.

Para que serve um transformador?

Em iluminação residencial um transformador de tensão é utilizado para transformar a tensão da rede pública de 220 ou 127 volts em corrente alternada para uma tensão de 12 volts em corrente contínua, isto é necessário basicamente quando utilizamos lâmpadas dicróicas de 12 volts, que podem ser conectadas diretamente a rede através dos soquetes G4 ou GU4, com pinos lisos e paralelos. Quando optamos por usar as lâmpadas dicróicas nas tensões da rede pública em 127 ou 220 volts precisamos conectá-las através dos soquetes GU10, que apresentam pinos rebaixados com sistema de trava, garantindo assim uma maior segurança quanto a eventuais choques elétricos.

Para que serve um driver?

Podemos entendê-lo como um controlador, que assegura que a tanto a corrente quanto a tensão de energia que é fornecida ao led não varie, pois este tipo de luminária é extremamente sensível às variações de corrente e tensão da rede pública.

O que é um bocal E 27?

O bocal E27 é bocal mais comum e mais prático para substituição de uma lâmpada, é o nosso conhecido bocal de rosca utilizado na maioria das lâmpadas incandescentes e eletrônicas, a letra E é em homenagem a Thomas Alva Edison, tido como inventor da lâmpada elétrica, e o número 27, porque a parte alta da rosca do bocal tem o diâmetro de 27 mm. Temos ainda os bocais E12, E14 para lâmpadas decorativas e o E40 para lâmpadas maiores utilizadas em iluminação comercial, industrial e pública.